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CHUÍ - OIAPOQUE


 

 

Rota prevista



 

Ficha técnica da viagem



 

Entrevista concedida à TV CNT de Curitiba



 

Um objetivo no horizonte e uma moto para dar asas à imaginação era tudo o que eu precisava para realizar um sonho antigo: viajar de moto do Chuí ao Oiapoque, conhecer o Brasil de ponta a ponta e retornar a Curitiba.


Fiz muitas viagens de moto, sempre solo, muitas vezes para o nordeste. Quando em agosto de 1980 foi lançada a Honda CB 400 nacional, fiz Curitiba - Belém - Curitiba, passando praticamente por todas as praias do litoral e voltando, pela Belém Brasília, na época, praticamente sem nenhum recurso nos seus 2.100km. Tive muitas dificuldades para chegar em Trancoso/Porto Seguro, na fantástica Jericoacoara CE, e trechos da Transbrasiliana.


Daí em diante passei a usar só motos on-off-road, que sem dúvida nenhuma é o modelo adequado para viagens, mesmo porque os locais mais bonitos estão fora das estradas asfaltadas.


Mas faltava uma viagem que não saía da minha cabeça, Chuí - Oiapoque, de uma só vez.



 

No dia da partida, em Curitiba, com a família e os amigos.



 

Decidi pela Honda NX 350 Sahara, pelo conforto, baixo peso (como isto é importante na selva amazônica debaixo de muita chuva e no meio da lama, ou na Estrada do Inferno com muita areia fina), pela suspensão, pela bendita invenção da partida elétrica e pela facilidade de se encontrar assistência técnica. Apesar de que não precisei nenhuma manutenção mais complicada.



 

Até a cidade de Tubarão SC, tive a companhia do amigo Nilceu Moro, que retornou dali. Aproveitamos para fazer uma rápida visita ao amigo Evilazio, companheiro de trabalho na plataforma de produção de petróleo.



 

 

Sigo para o Chuí, passando pela Reserva do Banhado do Taim. É um verdadeiro paraíso, dá vontade de descer da moto e fazer os quase vinte quilômetros a pé para apreciar as inúmeras aves e capivaras, algumas delas atropeladas por motoristas imprudentes.





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